Case de Dashboard B2B de Saúde
Plataforma prontos!
Plataforma B2B de saúde digital para prontidão cognitiva ocupacional e analytics de segurança do trabalhador.

Papel
UI/UX Designer
Empresa
prontos!
Ferramentas
Figma, Prototipação
Localização
Brasil
Duração
Projeto pontual
Introdução
A prontos! precisava de uma plataforma B2B para prontidão cognitiva ocupacional e analytics de segurança do trabalhador, transformando dados operacionais densos em algo que gestores de segurança pudessem escanear e usar para agir rápido, não apenas visualizar. O sucesso do produto dependia da capacidade de um gestor não técnico ir da tela à decisão em segundos, muitas vezes em campo e sem treinamento formal. Dashboards que impressionavam analistas falhariam se supervisores de campo não confiassem no que viam. O problema de UX era clareza de decisão sob densidade de dados.
Papel & Responsabilidades
- Desenhei UI para dashboards densos de segurança ocupacional e prontidão.
- Melhorei hierarquia e clareza de tarefas para gestores de segurança não técnicos.
- Criei layouts responsivos que se sustentam em desktop e tablets de campo.
- Construí protótipos interativos para validar encontrabilidade e interpretação.
- Priorizei métricas que geram ação em detrimento de analytics apenas interessantes.
- Estruturei drill-downs para manter profundidade disponível sem poluir as views primárias.
O Desafio
Os dados subjacentes eram densos por natureza: scores de prontidão, analytics de segurança e resultados de testes cognitivos. Os usuários do dia a dia eram gestores e supervisores de segurança, não analistas. Se a interface escondesse mal a complexidade, as pessoas ou ignoravam o produto ou decidiam com falsa confiança. O desafio era traduzir densidade em decisões rápidas e confiantes sem retirar a profundidade de que essas decisões dependiam.
O Processo
Comecei separando métricas que geram ação imediata das que só apoiam investigação mais profunda. As views primárias do dashboard foram redesenhadas em torno de tarefas: quem precisa de atenção, o que mudou e o que fazer em seguida. Layouts responsivos e protótipos interativos foram então testados para verificar se usuários não técnicos conseguiam achar e interpretar o sinal certo sem treinamento, inclusive em tablets comuns em campo. Drill-downs preservaram profundidade analítica para quem precisasse depois.
Personas
Patrícia, gestora de segurança ocupacional
Supervisiona prontidão e conformidade de segurança de trabalhadores em múltiplos sites para um cliente industrial.
Necessidades & Objetivos
Identificação rápida de pessoas ou equipes que precisam de intervenção, com contexto suficiente para agir com confiança.
Desafios
Pouco tempo para análise, letramento digital misto na equipe e pressão quando um sinal pouco claro atrasa uma decisão de campo.
Lucas, supervisor de obra
Conduz a operação do dia a dia em campo e confere status de prontidão no tablet antes do início dos turnos.
Necessidades & Objetivos
Uma lista curta e inequívoca de quem está liberado para trabalhar e quem precisa de follow-up antes da operação começar.
Desafios
Ambientes barulhentos, atenção interrompida e frustração com dashboards que parecem completos mas não respondem à pergunta imediata de liberar ou não.
Camila, líder de RH e people ops
Usa analytics de prontidão e segurança para apoiar políticas, decisões de treinamento e conversas mais amplas de saúde da força de trabalho.
Necessidades & Objetivos
Tendências e resumos que ela consiga discutir com a liderança sem precisar de um analista de dados em toda reunião.
Desafios
Relatórios ou rasos demais para decidir, ou técnicos demais para socializar entre stakeholders.
Resultados
Os dashboards redesenhados deram a gestores de segurança não técnicos um caminho mais claro entre dado e decisão. Os layouts se sustentaram em desktop e nos contextos de tablet comuns em operação de campo. O produto ficou mais fácil de introduzir operacionalmente porque as telas primárias respondiam primeiro às perguntas urgentes, enquanto analytics mais profundos continuavam acessíveis quando necessário.
Principais Entregas
- UI responsiva de dashboards operacionais
- Hierarquia de informação para prontidão cognitiva e analytics de segurança
- Protótipos interativos para validação com usuários não técnicos
- Views primárias orientadas a tarefa para supervisores e gestores de segurança
- Padrões de drill-down para investigação profunda sem poluir a view principal
- Sistema de layout responsivo para desktop e tablets de campo
Minha Contribuição
Conduzi o design de UI dos dashboards, com foco em tornar os dados densos de operação e prontidão cognitiva legíveis e acionáveis para gestores de segurança não técnicos. Isso significou resistir a colocar toda métrica disponível na primeira tela, e desenhar para as decisões que as pessoas realmente tomam sob pressão de tempo. Minha contribuição esteve na hierarquia, no enquadramento de tarefas e na validação por protótipo, mais do que em polimento decorativo de dashboard.
Aprendizados
- Densidade de dados e clareza de decisão são problemas diferentes. Resolver um não resolve o outro.
- Desenhar para as condições de campo (tablets, leitura rápida) importa tanto quanto o dashboard de desktop.
- Priorizar métricas que geram ação constrói mais confiança do que visibilidade exaustiva.
- Drill-downs protegem a profundidade sem forçar todo usuário a atravessar complexidade de analista.
Próximo Projeto
Garage 910